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Por Blog do Magno Martins
A ideia de uma “realidade paralela” ajuda a explicar o tom adotado pela governadora Raquel Lyra (PSD), que teve o atrevimento de postar em suas redes que o Palácio das Princesas, sede do Governo do Estado, estava sendo aberto, finalmente, ao povo pernambucano pela primeira vez, somente com a sua chegada ao poder.
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Isso em parte dá o tom de sua comunicação política. Ao sugerir, ainda que indiretamente, que Pernambuco começa a existir a partir de sua gestão, constrói-se uma narrativa que ignora deliberadamente a trajetória histórica do Estado, como se antes não houvesse avanços em infraestrutura, saúde, educação ou segurança pública.
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